Trainee e inglês: um fator decisivo

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Os programas de trainee têm ganhado destaque nas grandes empresas. Recrutadores estão cada vez mais interessados em jovens talentos capazes de somar conhecimentos e habilidades para suas empresas e, eventualmente, crescerem na hierarquia organizacional. Além disso, estes programas melhoram o relacionamento das organizações com o mercado de trabalho e fortalecem suas reputações enquanto empregadores.

Apesar de estar comumente associado ao posto de “estagiário”, os programas de trainee estão, na verdade, direcionados para o público recém-formado ou em fase final de formação em universidades. O objetivo destes programas é treinar e capacitar esses novos profissionais para ocuparem cargos maiores e mais impactantes dentro da organização, como a gerência ou coordenação.

Por esse motivo, os processos para trainee representam ótimas oportunidades para iniciar uma carreira dentro de uma grande empresa. Uma grande vantagem dos trainees em relação a outros profissionais é que você não está apenas aprendendo a trabalhar, mas sim conhecendo uma empresa da estaca zero e ganhando a notoriedade de seus superiores, que utilizam desta espécie de programa para gerar novos talentos.

É claro que essa oportunidade não é almejada por poucos, por isso, os processos para o posto de trainee costumam ser longos e difíceis, envolvendo diversas etapas além das tradicionais provas gerais e específicas, como as dinâmicas em grupo e entrevistas com diversos membros da gestão da empresa.

Por esta competitividade, é importante investir em habilidades e capacitações que te diferenciem do restante dos candidatos, como cursos de capacitação e especialização, idiomas e intercâmbios. E é aí que entra o inglês!

O inglês ocupa o posto de idioma mais utilizado no ambiente corporativo e das relações internacionais. Com os crescentes processos de globalização, a língua inglesa acabou sendo incorporada ao nosso vocabulário. Por isso, o inglês se tornou um dos principais requisitos para contratação – algumas empresas até mesmo descartam candidatos antes mesmo de entrevista-los se o inglês não consta no currículo. Números indicam, inclusive, uma diferença salarial de até 60% entre empregados que possuem um segundo idioma e empregados monolíngues.

Mesmo assim, a maioria dos profissionais do meio corporativo se enquadra, no máximo, nos níveis básico e intermediário. A fluência segue como um importante diferencial no mercado – principalmente no Brasil, onde menos de 1% da população possui algum nível de fluência, como já comentamos por aqui.

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